Salas de aulas da Fatec Guarulhos
Divulgação/Governo de São Paulo
De acordo com o governo paulista, atividades práticas e laboratoriais de cursos do ensino superior e técnico podem ser retomadas, assim como estágio curricular obrigatório e internato dos cursos de medicina, enfermagem, farmácia, fisioterapia e odontologia

O Governador João Doria (PSDB) e o secretário da Educação Rossieli Soares anunciaram nesta segunda-feira (13) que as atividades práticas e laboratoriais de cursos do ensino superior e técnico podem ser retomadas, assim como estágio curricular obrigatório e internato dos cursos de medicina, enfermagem, farmácia, fisioterapia e odontologia de forma regional e gradual, nas cidades classificadas por 14 dias na fase 3 (amarela) do Plano SP.

Guarulhos iniciou na fase amarela nesta segunda-feira (13), portanto, precisa manter os índices de contágio , mortes e ocupação de leitos destinados à covid-19 sob controle. Apesar desse índices manterem tendência momentânea de alta a cidade reúne condições de manter-se na fase amarela desde que essas variáveis não saiam de controle, como aconteceu com a capital que já pode iniciar a volta as aulas nos cursos superiores.

Critérios

No ensino superior e educação técnica, a retomada das atividades presenciais práticas e laboratoriais , assim como as atividades de estágio curricular obrigatório terão de respeitar a presença máxima de até 35% do número de alunos matriculados. Para isso, as cidades precisam estar, no mínimo, 14 dias na fase 3 (amarela) do Plano São Paulo .

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O período de 14 dias é para assegurar que a região está estabilizada e evitar o risco de abertura e fechamento das instituições de ensino superior e profissional. Estão liberadas também as atividades de internato e estágio curricular dos cursos de medicina, enfermagem, farmácia, fisioterapia e odontologia.

A exceção ocorre porque alguns cursos do ensino superior e profissional demandam obrigatoriamente que estudantes realizem atividades práticas e laboratoriais que, por sua vez, nem sempre podem ser realizadas por meio da educação à distância e do ensino mediado por tecnologia .

Cursos livres

Já a educação complementar não regulada, que compreende cursos livres, como idiomas, informática, artes, entre outros, passa a ser enquadrada como setor de serviços do Plano SP . Para voltar a funcionar as instituições e organizações que oferecem os cursos livres precisam obedecer a regras e protocolos de segurança, além de requisitos próprios da educação. Entre elas, a ocupação limitada em 40% da capacidade e horário reduzido para seis horas.

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